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Exército entrega seis armas de Bolsonaro à PF e informa que duas não estavam sob sua guarda
O Batalhão de Polícia do Exército informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que entregou à Polícia Federal (PF) seis armas de fogo registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outras duas armas incluídas na relação não foram entregues porque, segundo a corporação, não estavam sob a guarda da unidade militar.
A transferência ocorreu após determinação judicial relacionada aos armamentos registrados em nome do ex-presidente. A ordem foi expedida depois da revogação do porte de arma e do Certificado de Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) de Bolsonaro.
Seis armas foram encaminhadas à Polícia Federal
Entre os armamentos entregues pelo Exército estão pistolas de diferentes calibres, uma carabina ou fuzil e uma espingarda.
A relação inclui uma pistola Taurus calibre .380, uma pistola Taurus calibre .40, uma carabina ou fuzil Springfield Armory calibre 7,62×51 mm, uma espingarda Typhoon calibre 12, uma pistola Arex calibre 9×19 mm e uma pistola SIG Sauer também calibre 9×19 mm.
Os armamentos foram encaminhados à Polícia Federal em cumprimento à determinação judicial.
Exército informa ausência de duas armas
Ao prestar informações ao Supremo, o Batalhão de Polícia do Exército comunicou que duas das oito armas relacionadas na ordem não estavam sob sua guarda.
A situação deverá ser esclarecida nos autos, especialmente para definir a localização dos armamentos e confirmar sob responsabilidade de quem eles se encontram.
O comunicado do Exército não significa, por si só, que as armas tenham desaparecido. A informação oficial é de que os dois itens não estavam sob a custódia da unidade militar responsável pela entrega das demais armas.
Decisão foi determinada por Alexandre de Moraes
A entrega ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A medida foi adotada após decisões envolvendo a situação jurídica do ex-presidente e a revogação de autorizações relacionadas ao acervo de armas.
A defesa de Bolsonaro já havia apresentado informações sobre a situação dos armamentos registrados em nome do ex-presidente, incluindo itens que estariam sob custódia de diferentes órgãos.
Agora, a Polícia Federal deverá manter a guarda das armas recebidas, enquanto as autoridades acompanham a situação dos dois armamentos que não foram entregues pelo Batalhão.
Caso segue sob acompanhamento do STF
O episódio acrescenta um novo capítulo às medidas judiciais envolvendo Jair Bolsonaro. A comunicação feita pelo Exército deverá ser analisada pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.
Até que haja esclarecimento definitivo sobre a localização dos dois armamentos, o caso deverá continuar sob acompanhamento das autoridades responsáveis.
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