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Ricardo Almeida vê com ‘estranheza’ troca de presidenciável do DC e reclama de sucessivas mudanças na Bahia
O vereador de Salvador Ricardo Almeida (DC) comentou, em entrevista ao Blog do Vila, a decisão nacional do Democracia Cristã de substituir a pré-candidatura do ex-ministro Aldo Rebelo à Presidência da República pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa.
Apesar de integrar o partido, o edil revelou que ainda não foi procurado oficialmente pela nova direção da legenda e demonstrou desconforto com as constantes mudanças internas do DC na Bahia.
“Minha causa estranheza não é só a troca do candidato a presidente, mas também a troca sucessiva na direção do partido aqui na Bahia”, afirmou.
Ricardo Almeida citou a sequência de mudanças no comando estadual da sigla e afirmou que ainda tenta compreender o cenário interno do partido.
Segundo ele, o DC já passou pelas lideranças de Antônio Albino, Igor Dominguez, Marcelo Guimarães Filho e Colbert Martins antes da chegada do novo grupo que atualmente conduz a legenda na Bahia.
“Eu soube até que eles me procuraram, mas nós ainda não sentamos para conversar para eu entender o que está por trás dessas mudanças”, declarou.
Ao comentar a troca de Aldo Rebelo por Joaquim Barbosa, o vereador avaliou que a escolha do ex-ministro do STF estaria relacionada ao desgaste enfrentado pela Suprema Corte junto a parte da população brasileira.
Para Ricardo, atualmente há um sentimento de insatisfação popular direcionado principalmente à atuação de alguns ministros do STF.
“Eu acredito que a candidatura de Joaquim Barbosa vem muito pelo grito anti-Supremo Tribunal Federal que está na garganta da população brasileira. Nem tanto o Supremo, mas a postura de alguns ministros”, ressalvou.
Questionado sobre quem pretende apoiar na disputa presidencial, Ricardo Almeida evitou antecipar posição individual e afirmou que seguirá a definição do grupo político do qual faz parte.
O parlamentar também defendeu a união das candidaturas de oposição em torno de um único nome para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo ele, uma oposição fragmentada pode favorecer o atual chefe do Executivo nacional.
“Se dividirmos, nós vamos favorecer ao presidente que está no poder, porque será muito mais fácil para ele construir uma vitória em cima de uma candidatura pulverizada”, declarou.
Ricardo acrescentou ainda que a máquina federal dificulta qualquer disputa eleitoral contra um presidente no exercício do mandato.
“Se houver uma candidatura concentrada, isso vai dar mais musculatura para competir”, concluiu.
Em função da insegurança jurídica partidária, o vereador desistiu de concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa em outubro.
Fonte: Blog do Vila
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