Notícias
João Roma acusa PT de promover ‘terrorismo eleitoral’ e critica declarações sobre BYD e ponte Salvador-Itaparica
O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou declarações de integrantes do PT sobre o futuro da fábrica da BYD, em Camaçari, e o andamento das obras da ponte Salvador-Itaparica.
Em entrevista à CBN Salvador, o dirigente classificou as manifestações como tentativas de associar o resultado da eleição presidencial a possíveis prejuízos para a Bahia.
Ao comentar a declaração atribuída à deputada federal Ivoneide Caetano (PT), segundo a qual a BYD poderia deixar o estado em caso de vitória de Flávio Bolsonaro (PL) , Roma citou a nota divulgada pela própria empresa. No comunicado, a montadora afirmou que não solicitou reuniões com autoridades para discutir o cenário eleitoral e declarou manter seu planejamento de longo prazo no país.
“Sobre Ivoneide, a própria empresa respondeu com a nota oficial, dizendo que não tinha nada disso”, afirmou Roma, que também disse ter publicado um vídeo sobre o assunto nas redes sociais.
A nota da BYD, informa que a companhia mantém o planejamento de expansão de suas operações e de geração de empregos na Bahia e no Brasil.
Roma questiona andamento da ponte Salvador-Itaparica
O presidente estadual do PL também rebateu a declaração do deputado estadual Júnior Muniz (PT) de que a ponte Salvador-Itaparica poderia parar caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fosse reeleito.
“Vai parar o quê? Ela já está parada há 20 anos”, ironizou Roma, ao questionar o andamento do projeto.
O ex-ministro criticou a apresentação de estruturas provisórias relacionadas à iniciativa e afirmou que, em sua avaliação, a obra não avançou de maneira efetiva.
Ele também responsabilizou os governos petistas pela falta de execução do projeto.
Presidente do PL acusa governo de pressionar eleitores
Durante a conversa, Roma acusou o PT de recorrer ao que chamou de “terrorismo eleitoral” e de pressionar eleitores, sobretudo em municípios pequenos, onde, segundo ele, há menos oportunidades de emprego e renda.
“O que se vê é que bateu realmente um desespero. […] pressionam as pessoas, impõem o terrorismo eleitoral”, afirmou João Roma, ao criticar a estratégia do PT na disputa presidencial.
O dirigente também contestou a condução dos programas sociais pelo governo federal e comparou as políticas adotadas durante a gestão de Jair Bolsonaro com as do atual governo Lula. As avaliações foram apresentadas por Roma como argumentos em defesa da candidatura de Flávio Bolsonaro.
Na área econômica, ele criticou a política tributária do governo federal e afirmou que uma eventual gestão de Flávio deveria priorizar a redução de impostos, o desenvolvimento regional e a geração de oportunidades de trabalho.
Roma também declarou que o candidato pretende dar atenção especial ao Nordeste. Segundo ele, a proposta é ampliar investimentos e estimular o desenvolvimento econômico da região, para além das políticas de transferência de renda.
Flávio Bolsonaro tem ato previsto no Farol da Barra
João Roma confirmou a realização de um ato político com Flávio Bolsonaro, em Salvador, no sábado, 17 de outubro, às 15h22, no Farol da Barra.
Segundo o presidente do PL na Bahia, a mobilização será uma oportunidade para apresentar as propostas do candidato à Presidência e os compromissos que ele pretende assumir com o estado.
Roma afirmou que a campanha está concentrada no segundo turno e que o objetivo é ampliar o diálogo com os eleitores baianos. No entanto, ele não confirmou a realização de compromissos de Flávio em outros municípios do estado.
Roma nega discussão sobre ministério
Questionado sobre a possibilidade de ocupar novamente um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, Roma afirmou que o assunto não foi tratado nas conversas recentes com o candidato.
“Não foi tratado sobre ministério”, disse. Segundo ele, qualquer definição dependeria primeiro do resultado da eleição e, posteriormente, das escolhas feitas pelo presidente eleito durante a formação do governo.
O dirigente também não confirmou a informação de bastidores sobre a possibilidade de a Bahia receber duas ou três pastas ministeriais. Roma ponderou, no entanto, que o estado tem peso eleitoral e lideranças políticas que poderiam contribuir com uma futura administração federal.
João Roma fala sobre futuro político e eleições de 2028
Ao comentar seu futuro político, Roma afirmou que continuará à frente do PL na Bahia e que as discussões sobre as eleições municipais de 2028 deverão ocorrer no momento adequado.
O dirigente reconheceu a derrota na disputa pelo Senado, na qual integrou a chapa de ACM Neto (União Brasil), e afirmou que considera ter cumprido seu papel na campanha.
Na sua avaliação, a decisão de apoiar Neto foi tomada por avaliar que o ex-prefeito de Salvador reunia melhores condições para disputar o governo estadual.
Roma também declarou que uma eventual candidatura à Prefeitura de Salvador seria uma honra, mas ressaltou que não apresentou um movimento concreto nesse sentido.
“Eu não expressei certo movimento nesse sentido. Apenas afirmei que, óbvio, seria uma grande honra”, afirmou.
Para o dirigente, as próximas articulações deverão levar em conta projetos políticos e alianças, e não apenas aspirações individuais.
-
Brasil10 meses atrásLivro “História da Lagoa Redonda
-
Política9 meses atrásAdemar Lopes confirma pré-candidatura a deputado estadual pelo PSB e diz estar à disposição de Caetano
-
Esportes1 ano atrás
Juventude reage no fim e busca empate com o Vitória
-
Brasil1 ano atrásMoraes decreta prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
-
Notícias9 meses atrásMarço Azul: Revista CBN recebe especialista para falar sobre prevenção do câncer colorretal
-
Brasil1 ano atrásTarcísio intensifica agenda política e mira empresários
-
Entretenimento1 ano atrásMaraú realiza 1º Encontro de Forró Pé de Serra em setembro
-
Brasil1 ano atrásMichelle chama Lula de ‘pinguço’ e diz que Bolsonaro vai voltar à presidência
