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Educação profissional no Brasil cresce mais de 68% em cinco anos, aponta MEC

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a oferta de cursos de educação profissional no Brasil cresceu 68,6% nos últimos cinco anos, de acordo com dados atualizados pelo Ministério da Educação (MEC). O crescimento foi registrado entre 2020 e 2025, e reflete expansão tanto na quantidade de matrículas quanto na diversidade de programas oferecidos em instituições públicas e privadas.

O MEC destacou que o aumento representa uma forte reação à demanda do mercado de trabalho por formação técnica e qualificação profissional, com foco em áreas como tecnologia, saúde, indústria e serviços. A educação profissional inclui cursos técnicos, cursos de aprendizagem industrial e outros programas de formação que combinam teoria e prática voltados para inserção ou requalificação no mercado.

Segundo o levantamento, a maior parte dessa expansão ocorreu em cursos técnicos ofertados por instituições federais e estaduais, que ampliaram vagas e unidades de ensino em estados de todas as regiões do país. Isso teria contribuído não apenas para o aumento no número de estudantes matriculados, mas também para a redução de disparidades regionais no acesso à qualificação profissional.

Autoridades educacionais destacaram que a formação técnica desempenha papel estratégico na inserção dos jovens no mercado de trabalho, sobretudo em setores com escassez de mão de obra especializada. Além disso, programas de educação profissional integrada ao ensino médio também ganharam incentivo, permitindo que estudantes concluam o ensino regular já com uma qualificação técnica.

Especialistas ouvidos afirmam que esse crescimento reflete mudanças estruturais no sistema educacional brasileiro, com maior articulação entre escolas técnicas, empresas e órgãos públicos para adequar a formação às necessidades econômicas e tecnológicas do país.

A expansão da educação profissional também é vista como um mecanismo de inclusão social e redução do desemprego entre jovens e adultos, considerando que cursos técnicos frequentemente facilitam a entrada dos estudantes no mercado de trabalho formal.

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