Mundo
Trump diz que é preciso “terminar o trabalho” após afirmar que Irã está praticamente destruído
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ofensiva militar contra o Irã precisa continuar até que os objetivos sejam totalmente alcançados. Segundo ele, o país persa estaria “praticamente destruído” após semanas de ataques conduzidos por forças americanas e israelenses.
De acordo com Trump, a campanha militar avançou mais rápido do que o previsto e já teria atingido grande parte das estruturas militares e estratégicas do Irã. Em entrevista ao portal Axios, o presidente declarou que “praticamente não resta nada para atacar” no país e que o conflito pode terminar em breve.
Guerra pode terminar “quando eu quiser”, diz Trump
Durante as declarações, Trump afirmou que os Estados Unidos estão “muito à frente do cronograma” da operação militar e que a guerra poderia acabar rapidamente.
“Em breve terminará. Quando eu quiser que termine, terminará”, disse o presidente americano.
Mesmo assim, ele afirmou que é preciso “terminar o trabalho”, argumentando que uma retirada antecipada poderia permitir que o Irã voltasse a desenvolver seu programa nuclear ou reorganizasse suas forças militares.
Conflito já deixou milhares de alvos atingidos
Segundo informações divulgadas por autoridades americanas, os ataques dos EUA e de Israel já teriam atingido milhares de alvos no território iraniano, incluindo bases militares, instalações estratégicas e estruturas ligadas ao programa nuclear do país.
A ofensiva faz parte da escalada do conflito iniciado no final de fevereiro de 2026, quando bombardeios conjuntos começaram a atingir instalações militares e nucleares no Irã, aumentando a tensão no Oriente Médio e provocando reações da comunidade internacional.
Tensão internacional
Apesar das declarações de Trump de que a guerra estaria próxima do fim, o conflito ainda gera preocupação global. Especialistas alertam para os impactos geopolíticos e econômicos da crise, especialmente no mercado de petróleo e na segurança da região do Golfo.
A situação continua sendo acompanhada por governos e organizações internacionais, que pedem cautela e buscam evitar uma escalada ainda maior do confronto no Oriente Médio.
Fonte: Gazeta Brasil
-
Entretenimento12/03/2026Empresário Ramiro Queiroz Jr é entrevistado no programa CBN Falando Sério desta quarta (11)
-
Política12/03/2026Vídeo pornográfico aparece em TV durante sessão da Câmara de Laje e gera constrangimento
-
Justiça12/03/2026Toffoli se declara suspeito para julgar prisão do banqueiro Daniel Vorcaro
-
Política12/03/2026PT fecha portas para parlamentares com mandato e cobra alinhamento ideológico na Bahia
-
Esportes12/03/2026Everton Ribeiro só voltará a jogar pelo Bahia após a Data Fifa
-
Política12/03/2026Pesquisa aponta ACM Neto com 44% e Jerônimo com 39% na disputa pelo governo da Bahia
-
Política12/03/2026Real Time Big Data: ACM Neto e Jerônimo empatam tecnicamente na espontânea, rejeição e índice de votabilidade
-
Esportes12/03/2026Bahia e Vitória empatam na Fonte Nova em clássico movimentado pelo Brasileirão

