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Trump diz que é preciso “terminar o trabalho” após afirmar que Irã está praticamente destruído

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. (Official White House Photo by Daniel Torok)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ofensiva militar contra o Irã precisa continuar até que os objetivos sejam totalmente alcançados. Segundo ele, o país persa estaria “praticamente destruído” após semanas de ataques conduzidos por forças americanas e israelenses.

De acordo com Trump, a campanha militar avançou mais rápido do que o previsto e já teria atingido grande parte das estruturas militares e estratégicas do Irã. Em entrevista ao portal Axios, o presidente declarou que “praticamente não resta nada para atacar” no país e que o conflito pode terminar em breve.

Guerra pode terminar “quando eu quiser”, diz Trump

Durante as declarações, Trump afirmou que os Estados Unidos estão “muito à frente do cronograma” da operação militar e que a guerra poderia acabar rapidamente.

“Em breve terminará. Quando eu quiser que termine, terminará”, disse o presidente americano.

Mesmo assim, ele afirmou que é preciso “terminar o trabalho”, argumentando que uma retirada antecipada poderia permitir que o Irã voltasse a desenvolver seu programa nuclear ou reorganizasse suas forças militares.

Conflito já deixou milhares de alvos atingidos

Segundo informações divulgadas por autoridades americanas, os ataques dos EUA e de Israel já teriam atingido milhares de alvos no território iraniano, incluindo bases militares, instalações estratégicas e estruturas ligadas ao programa nuclear do país.

A ofensiva faz parte da escalada do conflito iniciado no final de fevereiro de 2026, quando bombardeios conjuntos começaram a atingir instalações militares e nucleares no Irã, aumentando a tensão no Oriente Médio e provocando reações da comunidade internacional.

Tensão internacional

Apesar das declarações de Trump de que a guerra estaria próxima do fim, o conflito ainda gera preocupação global. Especialistas alertam para os impactos geopolíticos e econômicos da crise, especialmente no mercado de petróleo e na segurança da região do Golfo.

A situação continua sendo acompanhada por governos e organizações internacionais, que pedem cautela e buscam evitar uma escalada ainda maior do confronto no Oriente Médio.

Fonte: Gazeta Brasil

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